NESsT in Brazil
Brazil is facing its worst unemployment crisis in decades with more than 14 million people out of work. NESsT’s investments in Brazil focus on social enterprises that create jobs in growing industries for those most in need, and are committed to the environment and fair trade practices.
A Successful Portfolio Exit: Pedala
Meet the NESsT Portfolio in Brazil
The Associação Bebô Xirin do Bacajá (ABEX) is an Indigenous association that represents the Mebengokrê – Xikrin People of the Trincheira Bacajá Indigenous Land (TITB), defending and
AfroSaúde is a healthcare technology (healthtech) enterprise that ensures equitable access to quality healthcare for individuals in Brazil, especially the Black community, and develops specific solutions for the most prevalent diseases among this population.
Founded in 2020, Ages Bioactive Compounds (“Ages”) is a Brazilian health and biotechnology company that develops science-based wellness products designed to support areas such as women’s hormonal health, chronic pain, metabolic health, and healthy aging while providing sustainable income for small-scale farmers and protecting the forest.
Social enterprise Apoena was founded in 2021 to improve the safety, efficiency, and quality of cassava processing for local farmers. The social enterprise collaborates closely with cassava flour producers to enhance their working conditions and providing training in organic farming and cassava processing techniques.
ASSOAB has been supporting small Brazil nut collectors in Beruri, Amazonas since 1970, generating stable income for the isolated communities while respecting their traditional livelihoods and the environment.
Based in Mocajuba in the state of Pará, Cacauaré is a family-owned, women-led enterprise that works closely with over 30 riverine, Indigenous, and Quilombola families to source native cacao and other Amazonian ingredients, transforming them into ceremonial cacao, single-origin chocolates, and a range of derivative products.
Cooperativa Mista dos Povos e Comunidades Tradicionais da Calha Norte (“COOPAFLORA”) was created in 2019 to represent collecting families from the various Indigenous, Quilombola, and settler territories in the Calha Norte of the Brazilian Amazon.
Founded in 2008, Cooperativa de Agricultores do Vale do Amanhecer (COOPAVAM) is a women-led cooperative of rural settlers that sources native Brazil nuts from smallholder farmers and Indigenous communities in the Brazilian Amazon. COOPAVAM pays premium prices to suppliers, supporting sustainable livelihood alternatives to activities that degrade the forest.
Based in Maués, Amazonas, ASCAMPA is a community association that aims to improve the livelihoods of local smallholder farming families, many of whom are of indigenous ancestry. Its main product is the Guaraná seed, a native Amazonian superfood known for its energy-boosting benefits.
Diaspora.Black is a social enterprise in the tourism and events sector with a mission to promote positive racially- and ethnically-diverse travel experiences.
EcoCiclo was founded in 2019 by three Black women from northeastern Brazil who set out to tackle menstrual poverty through innovation, sustainability, and inclusion. The company developed Brazil’s first 100% biodegradable sanitary pad, made from bamboo and natural cellulose that fully decomposes within six months.
Elysios is an agrotechnology company that seeks to ensure that family farmers have access to the technological tools and assistance they need to produce quality products in a sustainable manner.
ManejeBem provides digital tools and technical assistance to rural farming families to enhance their agricultural processes and improve their incomes.
Plantus, founded in 2010, develops and manufactures natural and organic inputs for pharmaceutical, cosmetics, and food industries. Led by an all-women management team, the social enterprise is committed to creating income opportunities for local communities while safeguarding the planet.
Trampay is a tech enterprise on a mission to create a fairer, safer gig economy for workers in Brazil. Trampay’s solutions provide gig workers with personal financial services and employment benefits, supporting them to earn a sustainable income.
VerdeNovo was founded with a simple yet transformative goal in mind: restoring Brazil’s native ecosystems while creating employment opportunities for the communities who protect them. Founded in 2016, it supports Black and Quilombola women collectors to earn income by collecting and selling native seeds, while providing ecological restoration services and environmental education.
One of the most renowned social organizations in the Brazilian Amazon, ASPROC supports local riverine communities to produce and sell biodiverse products sourced exclusively from the rainforest, including pirarucu fish, manioc flour, natural rubber, and açaí.
ATAIC is an association dedicated to generating and expanding income opportunities for local families by sourcing fruits and Amazon oil seeds.
Trains and prepares underserved youth for apprenticeships that will help them to launch their careers
Maré de Sabores provides women, especially low-income single mothers from Maré, one of the most populous slum complexes in Brazil, with training, work experience, and job opportunities in the food industry.
Movimento Black Money is an innovation hub that enhances economic empowerment for Black people in Brazil. The social enterprise supports the Black population in four areas - advocacy, education, financial services, and consulting.
We provide tailored financing and business mentoring to support your social enterprise to thrive.
NESsT News in Brazil
A NESsT, em parceria com o IEB e o CEPF, está lançando o Raízes do Cerrado: Fortalecendo a Sustentabilidade e o Impacto de Empreendimentos da Sociobioeconomia para a Conservação, com o objetivo de fortalecer a sociobioeconomia como um caminho para a conservação do Cerrado, um dos biomas mais biodiversos do mundo.
NESsT participou do Bioeconomy Amazon Summit (BAS) 2026, levando representantes de negócios do portfólio para contribuir diretamente com discussões sobre desenvolvimento territorial, financiamento, restauração, cadeias produtivas da sociobiodiversidade e o futuro da sociobioeconomia amazônica.
Este vídeo reúne depoimentos de lideranças de negócios da sociobioeconomia que, a partir de trajetórias fortalecidas com apoio da NESsT, estiveram presentes em fóruns centrais de debate sobre clima e financiamento, como a COP30, em Belém. Suas falas partem da prática e evidenciam por que a presença de quem atua diretamente nos territórios é essencial nos espaços onde decisões de longo alcance são construídas.
A realização da COP30 no Brasil, pela primeira vez sediada na Amazônia, marcou um momento decisivo para o debate global sobre clima e desenvolvimento. Nesse contexto, a NESsT intensificou sua atuação como ponte entre o debate global e a realidade dos territórios. Para aprofundar essa agenda, apresentamos a seguir uma conversa com Cairo Bastos, gerente de programas da NESsT Brasil, que compartilha reflexões sobre os principais avanços observados em Belém, os aprendizados acumulados pela organização e os caminhos para fortalecer um modelo de desenvolvimento que nasce dos territórios e dialoga com os desafios globais.
Em muitos territórios da Amazônia, comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e tradicionais estão à frente de empreendimentos que geram renda digna, fortalecem economias locais e preservam modos de vida ancestrais — tudo sem derrubar árvores. A sociobioeconomia vem ganhando força como um caminho concreto para conciliar desenvolvimento e conservação. Com apoio da NESsT, iniciativas como pequenas cooperativas, associações indígenas e empreendimentos familiares vêm transformando colheitas, manejo florestal, agroflorestas, extrativismo sustentável, produção de superalimentos e turismo de base comunitária em alternativas reais para o desenvolvimento.
As populações indígenas amplamente sub-representadas nos espaços de decisão global, o que evidencia uma contradição entre seu protagonismo na proteção da natureza e sua ausência nos fóruns onde se definem as políticas ambientais e econômicas. Essa exclusão não ocorre por acaso: reflete barreiras históricas — linguísticas, financeiras e políticas — que limitam o acesso de quem vive e protege os territórios às mesas onde se decide o futuro da biodiversidade e da economia.
Na próxima semana, a NESsT participará da COP30, em Belém do Pará — uma conferência histórica que colocará a Amazônia no centro das discussões globais sobre o clima e marcará a maior presença de povos indígenas já registrada nas negociações da ONU. A organização estará presente ao lado de empreendedores e empreendedoras do seu portfólio amazônico, levando experiências que nascem nos territórios e mostram que as soluções climáticas mais eficazes vêm de quem vive e protege a floresta.
Hoje, muito pouco do crédito ofertado nas instituições chega a quem protege a floresta. Se governos e organismos multilaterais trabalharem em sinergia para mudar este cenário, negócios sustentáveis podem prosperar — e a Amazônia também.
Manaus sediou, nos dias 30 e 31 de julho, a segunda edição do Bioeconomy Amazon Summit (BAS 2025). O encontro, promovido pelo Pacto Global da ONU – Rede Brasil e pela gestora de venture capital KPTL, reuniu mais de dois mil participantes, entre autoridades públicas, investidores, empreendedores e lideranças comunitárias da região. O objetivo foi discutir alternativas sustentáveis para o desenvolvimento da Amazônia, com foco na bioeconomia, na inovação e no fortalecimento de cadeias produtivas baseadas na floresta.
Neste artigo, Renata Truzzi, diretora de impacto e operações da NESsT, compartilha suas reflexões sobre o Impact Minds: Collective Makers 2025, da Latimpacto, combinando suas próprias ideias com vozes e histórias do evento, mostrando como a ação coletiva, o conhecimento ancestral e as abordagens lideradas pela comunidade estão moldando o futuro do investimento de impacto.
No Brasil, milhões de pessoas negras empreendem não por escolha, mas por necessidade. Mesmo assim, transformam territórios, geram renda e abrem caminhos para outras pessoas. Em um cenário de desigualdade de gênero estrutural, a situação é ainda mais difícil para as mulheres, que acumulam obstáculos a serem superados em suas trajetórias. Neste julho das Pretas, a NESsT Brasil reafirma seu compromisso com a equidade racial e com o fortalecimento de negócios que constroem futuros mais justos.
Finanças Mistas ou Blended Finance: como a combinação de capital público, privado e filantrópico pode destravar recursos para projetos de impacto em territórios vulnerabilizados.
O programa NESsT Amazônia Tech, em parceria com a Cisco, está conectando soluções tecnológicas a negócios comunitários que mantêm a floresta em pé e geram renda com sustentabilidade. De apps que capacitam produtores a sistemas que garantem rastreabilidade e ampliam mercados, o programa já impactou mais de 15 mil pessoas e diversas organizações como a Coopaflora, ASSOAB, Plantus, ManejeBem, Elysios e Apoena.
Evidências acadêmicas e empíricas mostram que aumentar a inclusão das mulheres é essencial para que a sociobioeconomia se estabeleça como uma forte estratégia de desenvolvimento nacional
Neste blog, conversamos com empreendedores da bioeconomia para entender melhor os desafios que enfrentam ao buscar financiamento de diferentes fontes. Leia agora para descobrir como os critérios complexos de aplicação e as exigências de relatórios impactam seus negócios e explore recomendações práticas sobre como a comunidade financeira pode promover um acesso mais justo e inclusivo ao financiamento.
Ao celebrar meu primeiro ano como CEO da NESsT, pude refletir sobre o que significa liderar uma organização orientada por propósitos, definida por sua visão e impacto. A NESsT acredita nesses empreendimentos, confia em suas visões e os capacita a crescer e gerar mudanças significativas.
No entanto, o estudo recente da NESsT e sua extensa pesquisa identificam que o termo bioeconomia é frequentemente interpretado de forma ampla por financiadores e formuladores de políticas globais, às vezes se distanciando dessa visão de gestão ambiental.
Na COP16, realizada na Colômbia em outubro de 2024, a NESsT reforçou seu compromisso contínuo de ampliar o acesso ao financiamento para iniciativas de bioeconomia lideradas por povos locais na Amazônia. Este trabalho, incluindo o plano de investir US$ 6 milhões em financiamento de capital para o arranque dessas empresas até 2025, foi recentemente destaque no Carbon Pulse.
Em junho de 2024, a NESsT lançou uma publicação com o objetivo de melhorar o direcionamento, a acessibilidade, a eficácia e a eficiência dos investimentos na bioeconomia amazônica, baseada em um projeto de pesquisa de um ano realizado com iniciativas lideradas por Povos Indígenas e Comunidades Locais (PICLs).
Como parte de seu compromisso contínuo de enfrentar os desafios urgentes enfrentados pelos empreendedores na América Latina, particularmente na região Andes-Amazônica, o Fundo NESsT Lirio está expandindo seu alcance no Brasil.
A NESsT possui um portfólio de mais de 50 empresas na Amazônia. Nos últimos cinco anos, nossos gestores de portfólio trabalharam com essas empresas para medir, monitorar e ampliar seus impactos.
O dia estava ensolarado e o céu azul quando a ESPM Tech, em São Paulo, recebeu os últimos convidados para um acontecimento repleto de esperança na juventude brasileira e no poder da coletividade. O Coletivo Aprendiz, empresa social do CIEDS e portfolio NESsT, foi oficialmente lançado na maior cidade da América Latina no Dia do Orgulho LGBTQIA+, 28 de junho.
A Associação dos Agropecuários de Beruri (Assoab), organização do portfólio NESsT Amazônia - Incubadora da Floresta, poderá buscar novos mercados e até exportar as castanhas coletadas por seus associados. Isto porque a associação tornou-se em maio a primeira entidade comunitária de processamento de castanha-do-brasil a receber o Cadastro Geral de Classificação, importante licença do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Leia mais.
No nosso último artigo da série “Negócios Sociais e Empregos Dignos”, junte-se a nós na jornada de construção do negócio social Instituto Aliança Empregos (IAÊ).
Implementado pela NESsT, em parceria com a WWF, federações indígenas nacionais, a Organização dos Povos Indígenas da Amazônia (COICA) e com o apoio da USAID, o programa Amazônia Indígena Direitos e Recursos (AIRR) visa encorajar as populações indígenas a se tornarem atores mais visíveis e ativos na economia sustentável da Amazônia de forma a conservar a biodiversidade da floresta tropical e construir resiliência ambiental, através do desenvolvimento de alternativas de geração de renda com a floresta em pé.
No final de 2019, três anos após ingressar no portfólio da NESsT, a Pedala foi adquirida pela Ame Digital, empresa de fintech controlada pela B2W Digital, uma das maiores empresas de e-commerce da América Latina, e pela Lojas Americanas. Como essa startup do Rio de Janeiro se tornou atraente para escala em tão curto espaço de tempo?
A Maré de Sabores, empresa social do portfólio NESsT - IKEA Social Entrepreneurship Latin America Accelerator, participou ativamente da campanha de vacinação fornecendo alimentos a mais de 900 profissionais de saúde, e servindo 2.700 lanches e 1.200 refeições.
Surgiu assim o Instituto Aliança Emprego (IAÊ), uma unidade de negócios dentro Instituto Aliança, com o apoio NESsT e da Fundação Arymax. Ao longo dos últimos dois anos, NESsT e Fundação Arymax fizeram um investimento financeiro híbrido e forneceram apoio não-financeiro ao IAÊ, como mentoria, estudos e mapeamento de mercado, definição e melhorias no plano de negócios, apoio ao desenvolvimento tecnológico e criação de novas parcerias.
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